Errando pela Madrugada

noite adentro...Madrugada Adentro…

A proposta do Impressões da Madrugada é muito simples: narrar os absurdos, loucuras e ruínas que consigo captar durante minhas caminhadas descompromissadas ermos da noite adentro.

A proposta do Impressões da Madrugada é contar um pouco da realidade da qual arranco inspirações aterrorizantes, alucinantes e apaixonantes para os meus versos pueris, sutis e brasis.

A proposta do Impressões da Madrugada é relatar o lado vermelho da sombra que percorre o silêncio das noites e madrugadas. Relatar meu intenso romance com a lua pecaminosamente beligerante. Relatar um pouco do sangue que transformo em prosa e verso.

A proposta do Impressões da Madrugada é fazer pulsar os ermos das ruas, banhados em vermelho, paixão, loucura, arte e ilusão.

Até breve, meu caro amigo; até breve!

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6 Responses to “Errando pela Madrugada”

  1. Mal posso esperar! =)

  2. - Compostella - Says:

    “Me tornei um andarilho. Nos momentos que me encontro em acesso a este site, ao menos. Me identificando em cada palavra escrita. Caçando algo que eu tento encontrar em cada saída da noite, e entrada para o prelúdio dos sonhos. Errando pela madrugada…”

    – Compostella –

  3. No Coments

    O que mais se poderia acrescentar a uma idéia tão original

    Dou-lhe meus humildes parabéns

  4. pedrin….bacana o site hein!!ta d parabéns…agora vai virar rotina eu entrar aki!!!inté t adoro d+!=]*

  5. Fábio Nolasco Says:

    O poeta e a lua

    Em meio a um cristal de ecos
    O poeta vai pela rua
    Seus olhos verdes de éter
    Abrem cavernas na lua.
    A lua volta de flanco
    Eriçada de luxúria
    O poeta, aloucado e branco
    Palpa as nádegas da lua.
    Entre as esferas nitentes
    Tremeluzem pêlos fulvos
    O poeta, de olhar dormente
    Entreabre o pente da lua.
    Em frouxos de luz e água
    Palpita a ferida crua
    O poeta todo se lava
    De palidez e doçura.
    Ardente e desesperada
    A lua vira em decúbito
    A vinda lenta do espasmo
    Aguça as pontas da lua.
    O poeta afaga-lhe os braços
    E o ventre que se menstrua
    A lua se curva em arco
    Num delírio de volúpia.
    O gozo aumenta de súbito
    Em frêmitos que perduram
    A lua vira o outro quarto
    E fica de frente, nua.
    O orgasmo desce do espaço
    Desfeito em estrelas e nuvens
    Nos ventos do mar perspassa
    Um salso cheiro de lua
    E a lua, no êxtase, cresce
    Se dilata e alteia e estua
    O poeta se deixa em prece
    Ante a beleza da lua.
    Depois a lua adormece
    E míngua e se apazigua…
    O poeta desaparece
    Envolto em cantos e plumas
    Enquanto a noite enlouquece
    No seu claustro de ciúmes.

    Vinívius de Morais

    (achei que vc fosse gostar…talvez…)

  6. Venho dar-lhe os meus parabéns. (se é que tenho um mínimo da capacidade para julgar obras fantásticas como as suas…)

    Baraço, Mestre…

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