Sou verso em sangue e fogo, em qualquer lugar!

Saudações aos meus prezados leitores…
Saudações do poeta-louco aos que restaram…
De tempos em tempos afasto-me da minha maldição…
Contemplo os céus, contemplo a grande ilusão…
Sondo os abismos da minha mente perdida…
Arrasto-me para os confins da mais profunda escuridão…

Faço guerras… Duelos de honra e sangue no papel…
Queimo minhas lágrimas em versos rudes no fogaréu…
As chamas da minha mente incandescente e pueril…
A mais bela das rosas… De todas, a mais sutil…

Saudações aos que esperaram…
Saudações aos que já se foram…
O tempo foi estranho nos últimos tempos…
Os meses foram cruéis… Dias de trovão…
Quando a tempestade levou um amigo…
O mundo inteiro, em brasas, veio ao chão…

Mergulhei, mais uma vez, nos calafrios da sorte…
Desamparado e desiludido, jogado em qualquer lugar…
Vagando de droga em droga, jogando com a morte…
Lívido em pecados, soterrado por não saber sonhar…

Mas aos poucos as coisas sempre voltam ao normal…
Refaço-me das cinzas dos versos largados para trás…
E trago novos desejos e novas paixões ao verso imortal…
Buscando com todas minhas forças de volta minha paz!

Peço licença aos que puderam continuar na caminhada…
Peço licença aos que continuaram a caminhar…
Peço licença aos que ainda sonham e querem sonhar…
Sou verso em sangue e fogo, em qualquer lugar!

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