Ao Horizonte

Há um horizonte…

Há um horizonte nos final de todos os pensamentos, de todas as coisas já contemplatadas pela criativdade humana… Um ponto reflexo que percalça a caminhada, que explode um instante em fragmentos inflamáveis…

No final dos tempos, há um horizonte em olhos distantes… de onde emerge uma casa, ao pôr do sol, nas curvas das sombras… Céu vermelho, resto de tarde…

Uma casa vibra em vulto… Majestosa e densa, cravada nos lampejos da realidade… Uma casa de sombras que se projetam loucura afora… E todos se calam ao vê-la. Todos se calam.

Um monumento ao reinar da noite… Quando o horizonte é o absurdo, o paradoxo na vastidão do manto escuro.
Nos horizontes da escuridão… O caos da loucura ganha chamas e arde potente na mente de quem vê.

Você vê?

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